Food News Latam - ADM revela que 52% dos consumidores brasileiros identificam-se como flexitarianos

 

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ADM revela que 52% dos consumidores brasileiros identificam-se como flexitarianos

Brasil

A ADM reafirma sua posição de líder global em nutrição e parceira das principais marcas de consumo do mundo ao realizar uma pesquisa proprietária junto ao IBOPE DTM, sobre os hábitos alimentares dos consumidores brasileiros e sua relação com os produtos derivados de plantas.

A busca por um estilo de vida mais saudável, sem abrir mão do sabor com uma experiência indulgente, é o que impulsiona a demanda por produtos plant-based, e a ADM dá um passo à frente e está pronta para guiar o desenvolvimento desse mercado que é a bola da vez: do nicho ao dia a dia.

“Estamos trabalhando intensamente para estabelecer posições de liderança junto às principais áreas de crescimento e o segmento de proteínas alternativas é um dos que mais crescem. A ADM está na vanguarda dessa tendência com seu amplo portfólio derivado de plantas, além de grãos, extratos botânicos, sabores e aromas que, em conjunto com o empenho de nossos experts, entregam soluções de alta performance aos nossos clientes, alinhadas às demandas mais emergentes dos consumidores finais” afirma Roberto Ciciliano, presidente de Nutrição Humana LATAM da ADM.

Durante a primeira etapa quantitativa, na qual foram entrevistadas 2.000 mil pessoas em Julho deste ano, 52% definiram-se com o estilo de vida flexitariano - pessoas que conscientemente procuram ingerir alimentos e/ou bebidas à base de proteína vegetal. A busca por uma boa saúde é o fator principal que encoraja estes consumidores tendo também como motivadores a busca pela qualidade nutricional, paladar, sabor e prazer.

Já durante a etapa qualitativa, que ocorreu no final de julho, foram realizadas quatro discussões em painéis específicos nos quais os públicos estavam separados por grupos de afinidade: veganos, vegetarianos, flexitarianos e rejeitadores de produtos derivados de plantas, nos quais foi possível identificar as motivações que levam à busca por alimentos e bebidas de base vegetal e como o plant-based está associado a um universo mais sustentável e feliz. Nessa etapa também foram detectadas as principais barreiras que hoje são mensagens importantes para que a indústria toda possa se preparar para evoluir.

“Bastante detalhada, esta é uma pesquisa que joga luz sobre o consumidor de proteínas alternativas e comprova o quanto esse mercado é vibrante e promissor, além de fornecer insights para a indústria de alimentos entender a melhor forma de apresentar seus produtos para esse consumidor ávido por novas opções", aponta Alessandra Mattar, gerente de Marketing de Nutrição Humana LATAM da ADM, que esteve à frente da pesquisa realizada pela ADM desde o início.

Flexitarianos – Uma grande oportunidade para soluções plant-based

Um dos fatores descobertos pela pesquisa exclusiva da ADM com o IBOPE DTM é que o interesse dos consumidores por proteínas alternativas está alto, com bom índice de intenção do consumidor em experimentar e de retornar ao produto experimentado. Mais de 5 em cada 10 entrevistados já consumiram produtos plant-based, 32% consumiriam novamente e 18% afirmaram consumir sempre ou de vez em quando. Os dados revelaram ainda que 45% nunca experimentaram produtos à base de proteína vegetal, mas 42% se interessam em experimentar, o que indica grande potencial de criação de uma demanda maior vinda de futuros consumidores.

"Em relação aos sanduíches à base de plantas, 29% dos consumidores já experimentaram, 16% consumiriam novamente e 11% afirmaram consumir sempre ou de vez em quando. E mesmo entre aqueles que nunca experimentaram – 70% da amostra –, 65% afirmaram ter interesse em experimentar, corroborando a indicação da pesquisa de que o mercado plant-based tem grande potencial de crescimento no Brasil e que muita novidade ainda está por vir para satisfazer os desejos e necessidades desses consumidores", diz Alessandra Mattar

Pesquisa traz insights para a Indústria de Alimentos e Bebidas

Um dos pontos mais interessantes, descobertos na etapa qualitativa da pesquisa da ADM, diz respeito a detalhes que podem frustrar os consumidores plant-based e levá-los à rejeição deste tipo de produto, algo que é de extrema importância para a indústria de alimentos e bebidas que podem fazer ajustes em seus produtos para garantir assertividade e agradar a esta parcela de consumidores.

Alessandra explica que os entrevistados que fazem parte do perfil flexitariano revelaram que há o desejo de consumir produtos de base vegetal semelhantes às versões em proteína animal. “Contudo, há o risco de frustração que pode impactar o processo de decisão e escolha. Então, se não é possível ter um produto de fato semelhante, muitos flexitarianos preferem aqueles que não se proponham a imitar, mas que tenham sua própria identidade de sabor, textura e, até mesmo, que sejam originais inclusive em seus nomes”.

A gerente de Marketing de Nutrição Humana LATAM da ADM ressalta que se o objetivo é entregar, por exemplo, um hambúrguer à base de plantas que realmente mimetize o sabor, textura e outras características da versão à base de carne, que isso se concretize de fato. Pois, mesmo que o flexitariano ainda não conheça todos os produtos disponíveis, ele não realizará a recompra caso sinta-se enganado. “É necessário cumprir com as expectativas e trazer o consumidor para perto. Há também muito espaço para inovação ao oferecer diferentes combinações de vegetais, sabores e texturas, portanto, não há necessidade de se ater somente a uma opção. O correto é desenvolver a solução que atenda a expectativa e que passe por etapas de testes, assim como os demais aspectos que completam o lançamento de um novo produto”, alerta Alessandra Mattar.

Já na segunda etapa quantitativa, destacaram-se os principais momentos de consumo dos substitutos cárneos derivados de plantas: almoço, seguido pelo jantar. Mas isso não é tudo: “Ficou claro que os consumidores estão interessados não somente no icônico hambúrguer, mas também estão abertos a novas opções, como os petiscos de base vegetal pré-prontos, trazendo uma clara associação da busca por conveniência com uma alimentação indulgente e mais equilibrada”, comenta Patricia Conde Gerente de Consumer Insights do IBOPE DTM responsável pela condução da pesquisa.

Através de uma análise semiótica, conduzida por uma especialista no assunto, foi possível aferir quais são os signos associados ao universo plant-based e, assim, trazer outputs super ricos que auxiliem a indústria a se posicionar e comunicar para atrair esses diferentes consumidores da forma correta, indo muito além da tradicional embalagem verde, e criar uma proposta de valor como “O saudável natural”, por exemplo, para destacar aspectos como saudabilidade, leveza e tradição, ou “Gourmet Rústico” ressaltando, por meio das cores, fontes e signos, aspectos como força, energia e sofisticação.

“Os produtos plant-based devem entregar saudabilidade, sabor, textura e indulgência. Existem muitas oportunidades para as empresas comunicarem-se melhor e oferecerem produtos mais alinhados às expectativas dos diferentes perfis de consumidores desses produtos”, comenta Alessandra.

“Essa pesquisa exclusiva e aprofundada corrobora nosso compromisso e prontidão para oferecer sempre a melhor solução, liderando a construção e o desenvolvimento dentro dos conceitos de saudabilidade, bem-estar e sustentabilidade de produtos derivados de plantas com excelente sabor e aparência, tornando a experiência do consumidor inigualável”, finaliza Roberto Ciciliano, presidente de Nutrição Humana LATAM da ADM.

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